Review geral 2009 parte 2
Segunda parte de uma revisão geral de coisas lançadas neste ano: da semana passada ou cinco meses atrás, não importa.
A saída pelo remix
O Ministry acabou de soltar mais um disco de remixes, intitulado “Last Dubber”, que descende do original “The Last Sucker”. São versões do que o Sr. Al Jourgensen (patrão da banda) interpreta como o que seria o dub jamaicano para o metal industrial do Ministry. O resultado disso soa como se fosse um mix do pesadelo apocalíptico arrastado do Godflesh com o dub industrial clautrofóbico do Scorn. A capa com a imagem de George W. Bush fumando um baseado é sugestiva, e se você embarcar nesta trip arriscada e um tanto quanto indigesta pode ter pesadelos com bombas caindo sobre a Jamaica…
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Já o Revolting Cocks (projeto paralelo-mor do Sr. Jourgensen) chamou um timaço de bacanas do cenário industrial para remexerem nas faixas do excepcional “Sex-O-Olimpico”, resultando no divertidíssimo “Sexx-O-Mixxx-O”. Os remixes de Chris Vrenna (NIN/Marylin Manson – “HookerBot3000”, em ritmo neo synthpop, genial!), Dave Oglivie (Skinny Puppy – “I’m Not Gay” numa vibe trance/space disco), Andy Laplegua (Combichrist – “Lewd Ferrigno” virou um EBM fodão) e Luck Van Acker (um dos fundadores do Revolting Cocks – “Touch Screen”, lembrando um mix de electro funk com o próprio RevCo antigo) são os melhores, mas o disco inteiro é muito bom, dando uma suprimida nas guitarras pesadonas originais e ressaltando o lado dance/disco que parecia ter sido perdido no som original do RevCo.
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Direto da tumba

O doom metal é um gênero musical tão atrelado ao som do Black Sabbath dos anos 70, que se composições tétricas como “Electric Funeral” e “Black Sabbath” não tivessem sido criadas, o mundo seria privado de bandas excelentes e sorumbáticas como os já veteranos do Candlemass – e de todo o heavy metal como o conhecemos hoje por extensão. “Death Magic Doom” é um dos melhores discos do ano fácil, contém uma das músicas mais sensacionais que ouvi recentemente (“The Bleeding Baroness”, um refrão poderoso que não ouvia igual há anos), (re)apresenta um vocalista novo que chegou fodendo tudo (a voz de Robert Lowe é um meio termo entre Dio e Layne Stanley) e é perfeito para quem tomou um soco no estômago com o retorno dos mestres Iommi, Dio, Butler e Appice através do monstruoso disco do Heaven and Hell (olha o Sabbath onipresente aí no doom metal!).
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Os mestres do metal gótico estão de volta com mais um disco consistente. “Faith Divides Us, Death United Us“ permanece na onda mais arrastada (doom) e pesadaça que tem marcado a fase recente do Paradise Lost. Ainda fico com “Icon” e “Draconian Times” como clássicos insuperáveis desta banda, mas para quem vomitou sangue após a fase pop de “One Second” e “Host” (que acho do caralho), esta nova encarnação do quinteto é um alento àqueles que gostavam mesmo era da podreira de “Lost Paradise” e “Gothic”. O som não voltou a ser aquele doom metal com vocais podrões, mas faz o link com aquela época sendo bem pesado e mais moderno ao mesmo tempo.
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It’s only rock and roll

George Thorogood é um cara bacana, daqueles que tocam sua guitarra com fogo nos olhos e, sempre escudado de seus chapas dos Destroyers, continua gravando bons discos periodicamente. “Dirty Dozen”, lançado meses atrás, regrava com propriedade clássicos de gente como Muddy Waters, Bo Diddley, Chuck Berry, Howlin’ Wolf e Willie Dixon, e apresenta algumas composições novas bem legais. O som do Thorogood não muda nunca: é aquele blues rock rasgadão, movido a guitarras lotadas de feeling (o slide rola solto) e que reverencia não somente os bluesmen citados, mas também o rock primordial de Chuck Berry & cia. Ele já lançou discos melhores (o primeirão ainda é imbatível) ao longo de mais de 30 anos de carreira, mas ouvir rock and roll puro e sem maquiagens desnecessárias desta forma hoje em dia é raro, muito raro, mas muito bem vindo.
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Rezando (ops!) pela cartilha do melhor que o rockabilly, o psychobilly (sua vertente mais suja e moderna) e o Texas (sua terra natal) podem oferecer em termos sonoros e de boas histórias em suas letras, o Reverend Horton Heat libera mais um disco que promete tornar nossas vidas mais divertidas. Outrora dono de uma verdadeira missa pervertida movida a riffs de guitarra incendiários, bateria alucinada com dois bumbos comendo soltos e sempre escudado por seu fiel parceiro Jimbo (baixo acústico), o Reverendo desta vez maneirou no peso e investiu numa sonoridade de rockabilly e country/tex mex mais tradicional no recém lançado “Laughin’ & Cryin’”. O peso e a pegada estilo hot rod music que eles tinham ficaram perdidos de “Spend Night In A Box” (2000) pra trás, o que pode gerar uma certa decepção nos fãs mais antigos. Mas o disco é bom o suficiente até mesmo para dar uma zoada na galera do death metal (“Those Death Metal Guys” – mais pesada e próxima ao estilo clássico do grupo) sem perder o feeling inigualável que a banda possui.
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Falar de discos recentes de bandas consideradas “classic rock” é uma tarefa ingrata. Inevitavelmente seus clássicos lançados nos anos 60 e/ou 70 são considerados inigualáveis, mas também se tornam uma bola de ferro presa no calcanhar destes músicos, pois tudo o que eles tiveram produzido dos anos 80 pra cá sempre gerou comparações implacáveis com o passado. Por isso é difícil alguém que não seja um verdadeiro fanático pelo Deep Purple, por exemplo, se interessar num disco lançado pela banda em pleno 2009 se você pode enumerar dezenas de clássicos imortais do passado como prioridade em sua audição. Dito isso, como eu posso indicar um disco do Lynyrd Skynyrd lançado neste ano se a sua obra dos anos 70 é um verdadeiro cálice sagrado do que podemos entender o que é o rock and roll de qualidade e verdadeiras bíblias do southern rock? “God and Guns” (o título é massa!) reúne as migalhas que sobraram do Lynyrd original para produzirem um disco surpreendentemente bom! Se você souber separar a banda clássica de décadas passadas da atual, vai ouvir um southern rock moderno, bem próximo de bandas que revivem este gênero musical misturando com o stoner rock atualmente, como o sensacional Five Horse Johnson, que justamente tem no Lynyrd como uma de suas maiores influências. E o Lynyrd está bem pesadão para os seus padrões neste disco, vide músicas fodonas como “Still Unbroken”, “Simple Life”, “Little Thing Called You”, “Southern Ways”, “Skynyrd Nation”, “Floyd”, “Storm” e a antológica faixa-título. Ouça sem comparar com o passado glorioso da banda e se surpreendrá!
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~ por kalunga76 em 15/10/2009.
Publicado em Download, Música, Resenha
Tags: clássico, doom, dub, EBM, gothic, industrial, metal, rock and roll, rock industrial, rockabilly, southern rock










os remixes me interessaram… o do Ministry mesmo já tinha baixado, mas não ouvi.
o Candlemass realmente tá muito bom, já o Paradise Lost mesmo pesado e conscistente não me agradou tanto. adoro o Draconian Times e o antepenúltimo Symbol of Life, mas botei fé na fase pop mesmo. sinto falta!
minha opinão do novo Lynyrd Skynyrd é um paradoxo terrível: gostei do peso e da atualidade do som, consigo realmente gostar do disco sem comparar com os velhos clássicos da banda, mas nunca consigo deixar de lembrar de Bon Jovi. mas ainda assim gosto.
os outros vou conferir! abraz!
hahahahaha! caralho Bonna, realmente tem uns lances Bon Jovi, aquela onda meio country pesado e pop tipo “Blaze of Glory” (que é da carreira solo do vocalista poodle), putz, e o pior que eu acho legal, hehehehehe… Sobre o Paradise Lost, tenho curtido muito a fase atual que retomou c/ o Symbol of Life, mas assim como vc eu também acho fodaça a tal fase “pop” da banda. Sobre os remixes, eu acho que vc vai curtir o Ministry, é uma trip pesada (em todos os sentidos), um tipo de dub parecido c/ aquele disco de remixes do Godflesh (que o Al Jourgensen já declarou em entrevistas passadas ser a única banda de industrial que ele curte de fato) só que beeeem mais pesado. Sobre o RevCo, porra,com um timaço desses remixando não tinhacomo ficar menos que sensacional.
abrax!
não sei se sabe – eu fiquei sabendo agora e acabo de baixar – mas saiu disco novo do Skindred. apelaram para a velha fórmula numetal de regravar algum cover dos anos 80, no caso “Electric Avenue”. PS: ficou legal pra caralho! hahahahaha. o resto do disco nem ouvi ainda… mas é curtinho, 8 faixas em 30 minutos.
Porra, o disco é bom pra caralho, inclusive esse cover, hehehehehe… Curtinho e bom pra cacete, coisa rara. Muito melhor que o anterior, mas ainda fico com o Babylon como o meu preferido. Eles são muito acima desta turba já decadente do nu metal, e possuem um vocalista fenomenal que dá um feeling jamaicano autêntico. Boa dica Bonna, nem tava mais ligado de acompanhar esta banda. Mas eu gosto ainda mais mesmo é do Dub War, que pra mim lançou dois dos melhores discos dos anos 90.
Olá Kalunga, eu sou Adriana Belloti irmã do Marcio Belloti seu amigo aí de Vila Velha. Sou locutora aqui em MG e gostaria de uma oportunidade no ES. O Marcio me falou de vc e esta semana mandarei meu currículo pra vc. Por favor me diga pra qual endereço posso enviar. Obrigada.
Olá Adriana,
eu escrevi para você para o e-mail que vc cadastrou no comentário, mas o mesmo retornou. Confirme aqui o se e-mail ou deixe outro (se tiver) para que eu lhe mande novamente um e-mail.
abraços!
Caralho kalunga!!! Tu dessa vez bateu todos os recordes!
Vou puxar todos esses petardos.
Já tô vendo meus ouvidos latejando… E rezar para não deixar essas mp3 cairem no som de um carro possante!
(Serio… Essa lista tá pura TNT)
Abraços
Não te arrependerás, Chantinon, hehehehehe…
Faaaala Kalunga! Damn… atualizações de posts equiparáveis às atualizações na discografia do KMFDM! Tô acompanhando tudo, só não comentei ainda por motivos técnicos de ordem “deu pobrema na pecinha”…
Pegar lá do fundão >>
o Anders Manga eu não conhecia, mas com essas referências BellaMortianas, é certeza que vou curtir (embora tenha ouvido os sons mais “ensolarados” possíveis nos últimos dias, por motivos óbvios).
MLWTTKK tá com um novo na praça? E tu tá colocando link direto pra baixar agora? Ueba, é Natal! Ah, o “6″ Pigfaciano eu já tinha conferido. Muito acessível pro padrão do grupo (/Atkins), mas nem por isso menos intenso e criativo – e já que citou o Connelly, o solo dele do ano passado (“Forgiveness & Exile”) é uma das coisas mais chatas que já ouvi na vida… um Bowie todo empolado num jazz rock experimental progressivo com quebradas faladas de poesia beatnik à Jack Kerouac… vixe. Ele lançou outro álbum solo esse ano, mas prefiro esperar você primeiro.
AIC novo tá bom foderoso, hein! Não esperava tanta garra do Lenny Kravitz Cover aí não. Belo debut. Canções pegadonas, ganchudas… tá bem arena até, mas o AIC sempre fez isso muito bem também. Sonzeira pra aguardar (eternamente) o novo do Black Label Society.
O novo do Lânerd Esquínerd anda levando umas duras dos puristas lá d fora. Tão dizendo que tá hard comercial demais, southern tradicional de menos. E é verdade. Mas é como você bem escreveu… vamos combinar que eles nunca farão nada igual à quadra inicial (especialmente o 1º álbum, um puta clássico) e temos aí um discão de rock pesado sulista. Tem uma edição especial que tá rolando aí agora com um disco de faixas bônus e ao vivo. “Sweet home Aaaalabama…”
Thorogood novo, tô encomendando neste momento via Telemar.
Meu favorito do Paradise Lost é o Draconian. Icon vem logo em seguida, vai descendo retroativamente até o death/doom cavernoso dos primórdios e acionando uma dobra espacial repentina direto para a fase Paradise Mode (sendo o quase synthpop One Second meu favorito daí… tá no inferno, abraça o capeta). Este FDU-DUS é bem legal, ligeiramente mais pesado que o anterior, que já era casca grossa. E a produção é de blockbuster. Impressionante mesmo, do booklet belíssimo aos pedais do Greg Mackintosh. Aliás… nem imagino qual seria o perfil do público do PL hoje em dia.
Candlemass novo ouvirei ainda, mas não dá pra negar que sem o gogó do Messiah (o Marcolin, não o Cristo) a banda é outra. O Lowe é competente, assim como na outra dele, Solitude Aeturnus, mas é aquele mesmo parâmetro do Blaze Bailey no lugar do Bruce Dickinson. Até trabalha diretinho, mas não é aquela brastemp toda inoxidável, regulagem automática, dvd, blu-ray, mp3, boneca inflável e o canário a quatro.
Remixnistry e RevCo eu ia deixar passar batido, mas já que tu elogiou e deu a entender que realmente zuaram o DNA das músicas, me reempolguei novamente. Viu a crítica do Allmusic destruindo o Sex-O Olympic-O? Os caras não têm senso de humor…
Quando puder, dá uma conferida no “Holy City Zoo”, do Mob Research. Saideira do Paul Raven, literalmente. Muito bacana. A vida é curta pacas…
Doggmaaaaa!!!
Quem é (morto)vivo (zombie?) sempre aparece, hehehehehe…
O Anders Manga definitivamente acho que cuirtirás. Até porque vc quem me indicou o Bella Morte.
Kill Kult pra quem gosta tá ótimo, idem ao Pigface (seguindo sim a linha mais comercial do Easy Listening). Já pra quem não gosta…
Pô cara, o Chris Connelly eu tenho que concordar: seus discos solo são fracos. Até que os dois primeiros são legais, mas mesmo estes ficam a milhas de distância do que ele fez com Murder Inc. ou Damage Manual, por exemplo. Se vc for no site oficial do cara dá até para entender que ele queira criar uma identidade além do cenário industrial lançando discos num universo perdido no espaço-tempo entre Bowie e country fuleiro. Mas aí o cara lança um livro (que parece ser muito bom) contando sua história naquele meio da Wax Trax entre anos 80 e 90′s, e depois quer sair fora da associação? Crise de identidade quase aos 40 e tantos anos é foda…
AIC: depois do susto inicial, com o Kravitz Cover (perfeito, hahaha!) cantando igual ao defunto, coloco o disco no top 5 deste ano fácil!
O Lynyrd novo tem dividido opiniões lá fora, mas depois que o Bonna comentou aqui sobre pensar em Bon Jovi quando ouve o disco meu conceito caiu um pouco, porque sua observação fez total sentido também, hahahahaha!!! Mas os três primeiros dos caras são parte de uma das lições definitivas do bom rock and roll de todos os tempos, isso nem se discute.
Paradise Lost: quase idem à sua opinião, primeiro o Draconian, depois o Icon, mas logo depois coloco a fase pop deles. E realmente não consigo imaginar qual seja o público deles hoje. No começo eles agradavam ao público doom e death metal. Depois foram ícones do metal gótico nos anos 90, foram uma banda grande até. Hoje o metal gótico responde através de uns engodos sinfônicos ou com vocais líricos muito chatos, na minha opinião. Restaram os fãs mais antigos, imagino eu.
Candlemass: não sei se a comparação Blaze/Dickinson soaria justa, pois realmente o vocal do Lowe é casca-grossa, ao passo que o Blaze não cantava bem no Maiden (tive a infelicidade de conferir in loco no Monsters de 96). Mas entendo seu ponto de vista: o Messiah fez A História e ponto. O que vier depois sofrerá com comparações implacáveis.
Dos discos de remixes, eu reforço: o Ministry não fez muito diferente do Last Dubber, que eu achei meio cansativo. Tá mais dub (e interessante) desta vez, mas é indigesto do mesmo jeito – às vezes eu curto pra caralho, às vezes eu tenho náuseas. Já o RevCo pode cair dentro: tá muito bom, remixes de gente com gabarito e muito originais cada um. E eu li a crítica do Allmusic, até entendo, o som não tem absolutamente nada a ver com o RevCo antigo. Mas o espírito de sacanagem é o mesmo e o disco tá fodão, é fato. Poderiam mudar o nome da banda, logicamente. Mas Sr. Jourgensen ainda quer faturar com alguém após o fim do Ministry, né?
E vou conferir o Mob Research! Sempre curti as bandas que o Paul Raven particpava (Prong, Kiling Joke, Murder Inc) e o cara merece todo o reconhecimento.
abrax!
Kalunga dos discos relacionados que conheço(GT&TD e RHH) assino embaixo de tudo que vc escreveu!!!!!
é som pra se ouvir batendo um longo papo com o Jackão!!!!
Texas Blues/Rockabilly e Southern Rock Rules!!!!
escreve preguiçoso!!!!!
Já notou o revival (ressuscitamento mesmo) do Shoegaze e do EBM…
Olha que maravilha:
E pra minha surpresa… O Chapterhouse tá na estrada fazendo show.
Será que isso tudo foi empurrado pelo modismo do Post-Rock ou simplesmente a molecada cansou da Matrix?
Kalungaaaa!!!
Rapaz… temos um novo recorde aqui ou não? Espero que retorne logo do continuum espaço-temporal. Abração!
Ps: belo vídeo esse do Ebb. Os caras tão em forma! E legal ver a gurizada na plateia…
preguiçoso pra caralho, hein..
escreve mais aqui, pô
Espero que esteja tudo bem com vossa saúde! Hahah!
Disco novo do FLA e do Ministry e nada de post?
Já sei, ganhou na megasena.
Chantinon!
Rapaz, TÔ VIVO SIM, hahahahaha!!!
Mas trabalhando igual a um condenado e ainda cuidando dos afazeres domésticos e com minha filha, acho que você sabe bem como é…
Eu gosto muito de escrever e participar de discussões sobre temas em comum, mas confesso que o escasso tempo que tenho me sugou por completo, e estes posts dão umtrabalhinho pra serem feitos, rsrsrsrs…
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Porra, o FLA novo tá fodástico, beeem pesado, altas guitarras e programações eletrônicas tensas. E tem uma faixa que o Al Jourgensen (Ministry) participa e é a mistura perfeita do som das duas bandas.
Do Ministry tem o disco de remixes, “Mixxxes of Molé”, que é bem bacana, bem melhor que o anterior de remixes, “Rio Grand Blood”. E vai sair um outro agora em novembro, “Undercover”, com novas covers padrão Ministry de insanidade, incluindo Stones, ZZ Top, e cover do próprio Ministry (estou curioso para ouvir como ficou “Everyday Is Helloween”, da fase synthpop deles)
Grande abraço e tudo de bom!